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Foda-se vocês.




E no dia a dia, ninguém percebe. Todo mundo me abraça e me diz o quanto sou importante, para cada um. E por vezes alguém diz/percebe como esta/estou mudada... Então como um lapso, dizem não... Está só estanha. Na verdade eu morri para muitos, e morro cada dia mais, porque a cada vez que conheço vocês, ou que conheço o mundo perco a vontade de viver.  Normalmente sirvo de conselheira, ombro amigo, defensora, protetora, mãezinha, mas e eu há quem posso recorrer, a mim mesma já não consigo, não restam forças...
Porque? Porque será que não pode olhar meu rosto, ao invés de olhar no meu decote? Olhar no meu rosto e perguntar “Está bem?” Não preciso que resolva meus problemas, e nem quero carregá-lo de lorotas. Só quero que perceba que às vezes eu morro. Só quero que saiba sou de osso, e tenho um coração.
A única coisa que posso dizer é que ás vezes ser boa dói. Ser bonita, nem sempre é bom.
E ser tratada como enfeite, é a pior sensação que existe!
Não sou psicóloga, e eu tenho meus problemas, a sensação de morrer hoje, é melhor que essa sensação de estar viva por min. Quer saber me enjoei. Vomito só de olhar sua cara.
De escutar seus problemas medíocres, que são bem pequenos comparados aos meus, e mesmo assim não saio espalhando nunca me viu chorando. Força? Sim tenho, mas ela está acabando. Entenda, não sou objeto, e não quero ser usada. Não quero ser rotulada, me dêem oportunidade de mostrar o que sou REALMENTE. Entendam não sou vocês.
Meu nome é só um nome, ele não conta nada sobre mim,  meu corpo é um corpo não acrescenta e nem muda nada,  mas a minha ideologia, e cabeça, isso sim muda tudo, então ao invés de olhar as minhas pernas,     quando me conhecer  olhe meus olhos. 
Ele vai dizer muito mais, que qualquer outra coisa em mim.
Quero apenas que vocês se fodam.

Meninas dos olhos.




Acordei pela madrugada, e algo me perturbava não era eu que via, não era eu que sentia, andei até o espelho, o maior que havia em casa.  Atordoada, enjoada era assim que me via, e por instantes parei acendi todas as luzes próximas aquele espelho, e olhei a menina de meus olhos castanhos. Não era eu que via, por segundos pude sentir a pele gradativamente congelando, a boca expulsando a fumaça, e as meninas dos olhos negras quase sumindo, com as lagrimas que embaraçavam a vista.
Pensei que talvez eu realmente não seja assim, não seja linda, não seja boa, não seja especial, seja apenas fria e amarga.
Tive medo, e então às lagrimas já não se continham e não se reprimiam de cair, era noite que mal havia? Ninguém poderia ver-me agonizar. Olhava para o espelho, e era como se meus olhos, já fartos, pesados, cansados, me acusassem da pior atrocidade, do pior genocídio.
Chorei, chorei, chorei. Meus olhos me perguntavam quem era aquela que eles viam refletir, se as pessoas a queriam por perto pela beleza avassaladora, ou pela graça, e sorriso. Confusa, mas tão cheia de sentimentos, todos tão verdadeiros, lá estava eu, acabada, angustiada.
Perguntei-me durante horas daquela noite sombria, o que você quer de mim, olhando em minha imagem. O que você quer de mim?
Minhas mãos escorregavam pelo espelho, de tanta dor, meus olhos se fecharam, ajoelhei e me torturei, dizendo que eu queria mudar, queria amadurecer. Na verdade queria ser outra pessoa assim como meus olhos podem mudar de cor.

....



Já fui chamada de Deusa, já fui perfeita...
Hoje não sou nem o pó que pisas, nem a brisa que lhe toca, não sou nada. Nem ao menos o inseto insignificante que matou pela manhã. Aliás, falar em mortes, VOCÊ já me matou. Lembra-se, quando disse que não me amava, quando não fui nada, lembra que você é o homem que ama apenas com metade do seu CORAÇÃO, por medo de sofrer? Você já está sofrendo, nunca será feliz, um homem não é nada sem amor.
(risos/Sarcásticos) Eu já fui o seu amor, o bem querer, quem te fazia sorrir. Hoje não sou nada, quem sabe assim não me ame mais? Um dia, ia me esquecendo você não sabe amar, é o homem que ama a si mesmo, e nunca amou nada.
         A parte mais difícil do dia é quando estou sóbria, e a parte mais triste do dia é quando estou embriagada, tomada por esse amor, Ás vezes sinto ódio de você, e por instantes me esqueço que ainda sim com todo o ódio é impossível não te amar. Você é a única pessoa que amo tanto que não sou capaz de perdoar, dói tanto te amar, dói tanto parar e querer não pensar, e pensar mesmo assim, tanto tempo perdido, tanta coisa...
Como dói o amor não correspondido.

Adivinha?




Eu não fui criada para viver de momentos. Só metade do meu coração tem o controle da situação, metade do meu coração tem juízo para te dizer que não posso continuar te amando. Você é o único que eu desejo poder esquecer, o único que eu amo para não perdoar e apesar de existir momentos que eu odeio você porque eu não posso apagar os momentos em que me fez chorar, tem horas em que eu apenas sei te amar. Enquanto eu odeio você, me dói dizer eu que eu sei que estarei lá no final do dia. Eu sei que amo você, mas me deixe dizer eu não quero amar você de nenhuma maneira. Adivinha? Não sou feita de pedra, eu não sei chorar, não quero ser tratada como idiota, não sei desejar da boca para fora. Não pode me transformar em outra pessoa, então não tente. Adivinha?  Eu não preciso que você duvide de mim. Eu não quero ser a garota que preenche o silêncio com um sorriso, eu não quero ouvir o silêncio ele me assusta porque grita a verdade. Eu não sou a capa que me veste, adivinha? Eu preciso de alguém tanto quanto preciso ser feliz. 

Te amo.



Passei por uma fase de mudanças de transições, e eu não melhorei, eu só mudei. São tantos sentimentos, tantas perdas. Sinto saudades de você. Muitas saudades. Queria tanto ouvir você tocar, falar, poder rir alto sempre, mas não dá. Não há como. Eu arranquei de mim, dá maneira mais grosseira possível o que eu tinha medo de perder, o meu amor. Amor este que foi dedicado a você por tanto tempo. Vi pessoas partirem, eu vejo hoje pessoas morrendo, e estou e continuo passando por todas elas como os ventos que passam pelas flores. Só por aí. Sempre que nossos olhares se encontram sinto um vazio, e você? Não há nada que substitua, não há nada que cure a falta que sua presença me faz. Mudei porque tive que mudar, e perdi por não saber conservar. Foi embora com meu coração.
Sinto muito por não ter me despedido, quando tive a chance.
Amo-te. Voltem para casa.
[]

About me


About me.

Eu nem sempre posso dizer muito, porque a vida me torna critica até mesmo nos erros da pronuncia, me transformou em alguém frígido, cálido, com nenhum sentimento possível, com medo de chorar com medo de sofrer, com medo de me magoar, com medo de ser feliz.
E                 por                            vai.
Nunca tive vontade de ouvir, nunca tive vontade de ser ouvida, nunca me senti só, nunca quis companhia, nunca tive vontade de falar, nunca tive alguém que escutasse.
Na verdade nunca soube escolher pessoas que pudessem fazer essas coisas suficientemente “bem” nunca quis colocar meu braço a torcer, e permaneço, e permanecerei assim talvez a vida toda. Acostumei-me a habituar-me em qualquer situação, a receber as melhores coisas possíveis, e piores também.
Sempre busco por felicidade alegria, um contexto harmônico. Na verdade uma melodia. É tudo tão simples e tão complexo, nunca quis ser objeto, e mesmo assim não obtive sucesso. Coloquei-me em situações vergonhosas que nem sempre pude tirar boas experiências e menos ainda conclusões. Tudo que desejo, desejo inconscientemente, e para não desejar não penso, logo morro todos os dias. Sofro de mal de nada de existência, e de perplexo da aparência.
A Neve é branda, gélida, triste, cálida, suave, invisível. A neve é uma cópia de mim. Lá fora faz tanto frio, mas não tanto quanto no meu coração, vazio. Não há maneiras de diminuir a dor, nem de mudar, nada... Só rezo para ainda sim sentir dor, isso me faz sentir viva. Há quem acredite em milagres, há quem faça maldades, há quem não saiba dizer a inútil verdade. Espero ainda sim, chorar por motivos que valham à pena, rir apenas rir sonhando e clamando por dias melhores, e ser, ser toda essência, e nenhuma aparência.
Quando choro isso se choro, já não doem mais como antes, as lágrimas que caem petrificadas, em busca de espaço, fora do peito, que transbordam por EXISTIR. As lagrimas negras que caem, fazendo com que outras pessoas percebam a desesperança tamanha e que notem que sorrio sem motivos, mas escondo tudo o que sinto de verdade. E que por mais que em qualquer situação que eu chore eu permaneço sempre sentada, na verdade eu tenho vontade de quebrar metade do ambiente, deixando apenas um aspecto vago, doloroso, e sombrio assim como meu coração.  Impiedoso, tortuoso, por mais que eu tente nada que é pó, viram desenhos, ou obras de arte, nada que é lagrimas já secas retornam como fita de vídeo cassete, nada que é nada que sente nada, passa a sentir algo mesmo que queira. Nada como eu, pode ser alguém, tão bom quanto você. (...) Tão bom em ser inútil quanto você.  

Reconhecer.



É ruim ter que reconhecer aquilo que achavamos conhecer intensamente. 

Sobreviventes.




(...) De um amor, que um dia fez sofrer e hoje faz adoecer. E o que nos resta é denunciar o que faz mal.

Príncipe.
Nós esperamos por tais príncipes metade de nossas infâncias, e às vezes encontramos, mas não foi o nosso caso.  Na verdade encontramos com sapos (rãs, pererecas, lagartos, e répteis afins.) para utilizarmos de bagagens boas bagagens. E então em determinada encruzilhada de nossa humilde existência vimo-nos em contos de fadas, com príncipes de verdade. Mentira! Descobrimos com o passar do tempo; Príncipes não existem, contos de fadas são bobagens e devaneios de garotas, e descobrimos que eles eram mais uma das variadas peças de nossas malas. Eles apenas eram mais uma de nossas grandes decepções, das maiores tristezas da alma, fomos mesmo ao encontro de nossa maior decepção... E por mais que eu saiba que nós não erramos ainda me julgo, e questiono perguntando onde foi que eu errei, porque perdi tanto de uma vez, e porque perdi assim? E então me encontro em profunda tristeza, e dor rezando e desejando para que eu apague retire da mala a existência daquele antigo amor, maldito. Desejando que ele tivesse sido meu grande amor e não minha maior decepção, e mania de desilusão e tristeza. Às vezes me olho no espelho, desejando ser outra, ser diferente, ser novamente a sua rainha, mas agora não faz mais sentido, e quando vejo tudo o que passei e como demorei a encontrar o príncipe e o quanto eu acreditei que você realmente fosse este, me sinto PERDIDA.

Tudo bem é por aí que sei que tudo ainda sim vai dar certo.

Superando.
Encontro-me melhor do que imaginava que seria, me encontro superando a velha histeria, todos os dias, me olho no espelho e ao invés de desejar ser outra ser diferente, eu apenas penso em mudar de visual, quando penso “em nós” penso com carinho sim, mas um carinho de amizade, que pode prosseguir, e por ai sei que eu superei e amadureci, vejo que eu denunciei o que me fazia mal. Coisas que já não fazem mais sentido, às vezes ainda sim me encontro gritando silenciosamente, e sangrando internamente, mas são coisas que passam, só me sinto mal por ter amado tanto, e por você não ter amado nada. Queria mesmo me arrepender de algo que eu fiz, mas não dá, porque na época fiz tudo o que tinha vontade de fazer, só me resta dizer “vivi intensamente e você?”.

Sobrevivente

Tenho certeza que por essa você não esperava, eu sobrevivi e vivi você por medo de depositar confiança medo de perder ainda não sabe o que é amor, e eu sim sei, e posso afirmar, Amar dói.
Posso gritar aos quatro cantos o quanto eu gostei de viver, mas você não ouviria, porque para seus ouvidos de rã sensíveis a única coisa que pode escutar são meus ruídos, agoniados de um dia que já se foi.

 Amor, não é amor se quando encontra obstáculos se altera.



Reportagem/ Haiti.


Haiti
 Mundo do pesadelo. “Há males que vem para o bem.”.

Hoje logo no café da manhã, vi uma reportagem do Haiti, desde o acidente, o tremor que atingiu sete gruas na escala de magnitude.  Sismo localizado em Porto Príncipe 15 km da capital no dia 12 janeiro.  O país, e os povos haitianos, sofreram, com tantas catástrofes naturais em meio aquela semana diversos terremotos aconteceram, disseram alguns repórteres que cobriram a tragédia que há certa altura do campeonato já haviam se acostumado com aquela situação, e que já nem corriam mais.
A cena do Haiti, ainda sim quase um ano após é avassaladora, depois de muitas buscas por informações, e mais e informações. Encontrei uma história, aliás, uma reportagem de Diego Escosteguy com fotos de Gilberto Tadday. Interessante até, no meio de tantas desgraças.


26/Janeiro de 2010.
Phapichue, o haitiano da foto acima, tem 18 anos, um par de óculos e nada para fazer. Ele mora em Cité Soleil, o favelão de Porto Príncipe, num barraco erguido sobre os escombros do terremoto. Como a maioria das pessoas por lá, acostumou-se à sede e à fome.
No entanto, quando conheci Phapichue, ao entardecer da última sexta- feira, ele não me pediu água, comida ou dinheiro. Pediu-me livros. “Eu estudava português”, ele me disse, ao descobrir que falava com um brasileiro. Estudava, no passado mesmo. A escola dele desabou.
Tentamos conversar em português. Phapichue sabia poucas palavras: “sim”, “não”, “obrigado”. Compreendia bem, mas se enrolava na hora de falar. Ele insistiu – queria livros. “É a primeira vez que vejo um estrangeiro aqui, que não seja militar. Cité Soleil é longe. A ajuda não chega”, argumentou.
Reparei que ele portava um tocador de MP3. Estranhei: “Se você tem dinheiro para comprar um desses, deve ter para comprar um livro”. Phapichue riu-se todo e disse, apontando para a engenhoca: “Achei esse aqui no lixo”. A risada sublinhava o óbvio: não se acha livros no lixo haitiano.
Expliquei que trouxera apenas dois livros para a viagem – e que, naturalmente, ele teria imensa dificuldade para conseguir lê-los. Phapichue assentiu. “Mas quando você voltar aqui, poderia trazer livros, não?”, ele arriscou. “Não sei se voltarei para cá”, eu disse.
Percebi que ele diminuía ao som das minhas palavras. Perguntei se poderia fazer algo. Phapichue parou, pensou por alguns instantes e respondeu: “Você não é jornalista? Conte o que está acontecendo aqui. Faça a ajuda chegar”.

Em Porto Príncipe, os vivos dormem nas ruas; os mortos, nos escombros. Os números da catástrofe já parecem não fazer nenhum sentido. Foram 75.000 corpos lançados em fossas, mas quem os contou? Praticamente inexistente, o governo anuncia planos de transferir 400 000 desabrigados da capital para acampamentos organizados nas imediações da cidade destruída.

             Se quiser saber quanto mais eu li, e leio sobre o Haiti, mais impotente me sinto, afinal não há nada que eu possa fazer tão menos que possa doar a barbárie em que se encontra o Haiti, é assoladora. Percebi que tudo aqui, tudo é bom, quando houve a tragédia no Haiti, queimavam-se corpos, após um tempo o lugar não estava marcado por pessoas chorando, e sim se contrastava por pessoas lutando pelo mínimo possível. Até lixo que fosse, era motivo de mais guerrilhas entre esses povos.
             O que mais me choca a cada reportagem lida, é a luta pela sobrevivência do povo haitiano e a semelhança com o povo brasileiro pela incrível gana e persistência.  Em alguns relatos, dizem que nos primeiros dias como os soldados e outrem não iam em busca de sanar ou diminuir o problema a tragédia e problemas vinham até eles.  
Estou me dando conta neste momento que a maior tragédia, não foi o sismo, ou as pessoas agonizando em baixo de rochas de puro concreto. A tragédia foi à segregação, que o exército fez, “Se você é diplomata, tem chances de ser encontrado. Se você é haitiano, fica para depois.” Não só o exercito que estava ali presente no momento da tragédia, estava ali presente para ajudar na tragédia, mas os exércitos de todo o mundo, que separam vidas classificando as como rica ou pobre. Todas as almas agonizavam naquele momento e nada se fez, quanto aos pobres.
Segundo, relatos de colunistas que cobriram a tragédia só podiam dizer que: “O país desmoronou”.
            Estimativas, meras estimativas, é só o que parece caber na história do Haiti. Pessoas mortas, pessoas que agora vivem mecanicamente, só o que me restou foi esperar, esperar por dias melhores, esperar Robóticamente, que o Haiti, tenha sofrido toda essa desgraça, para vir por dias melhores.  Vendo tantas doações, só posso indagar que nem todo dinheiro do mundo vai apagar, da memória, tamanha atrocidade.
Ps: Haiti ainda passa por um caos desesperado, onde fortes se enfrentam, fracos morrem, e mortos servem de alimento para fogueiras, se alguém puder ajudar esse povo, que o faça, porque hoje eu apenas pude ceder o meu tempo, dedicando-me a escrever, pedindo ajuda há este povo, que nem voz tem mais.
E vendo as condições, que antes viviam esse povo, talvez depois que tudo isso passar o mal tenha vindo para um melhor. 

Moda/ Inverno - Outono 2011




Bem se eu fosse um alguém que me conhecesse diria.
- “Quem te viu quem te vê a própria menina Maria João, falando de moda, que mudança’”.
Se quer mesmo SABER, eu ainda estou me perguntando por que estou tratando de um assunto tão (... MEDIÓCRE), é depois de tantos pedidos, eu me engajei a tratar de moda, pelo menos uma vez ao mês. Então caso eu erre em algo, queiram me perdoar, afinal esse realmente não é o meu ramo predileto. E não se surpreendam com a postagem do próximo mês.  
É Falar de moda é algo muito complexo, trata-se de muitos elementos.

Primeiramente vamos falar de

*Cabelo.
Penteados:
Bom está em alta as tranças:
Sendo: Laterais, espinha de peixe e embutidas.
Já para as mais românticas, tem os penteados com coque baixo.
Esses penteados foram os hits da SPFW.  (São Paulo Fashion Week)
As cores para o cabelo:
Mechas e luzes. E uma tendência monocromática.
Cortes:
Assimétrico vem com tudo nesta estação, com a frente maior, e franjinha.
Acessórios:
Como acessório, a headband (particularmente foi o acessório que eu mais me identifiquei) a headband é a tendência absoluta da moda.
Bem agora deixando bem em off, esses headband me lembram um pouco dos hippie.


*Maquiagem:
Muitas cores nos olhos devem apostar no rímel, delineador, lápis e sombra.
Já para a boca. A SPFW apostou no nude, e também nas cores marcantes até o azul, para as mais ousadas está valendo. (desculpem permitam me dizer, até a cafonice dos anos 60/70/80 Está na moda, que tal um pouco de Néon?)

*Roupas:
 Esse assunto sim, é a complexidade de todo o contexto, porque até eu me considero cafonérrima às vezes.
Parte inferior calças: As calças serão os sucessos deste inverno, primeiramente pelo conforto, e segundo para ninguém congelar.
Shorts de couro: Para sobrepor com meias calças (SPFW, colocou está proposta na passarela. Até parece eu? (risos))
Saias: É verdade, saias longas (adeus estilo de funkeiras, e olá crentes de plantão) “Saias longas com rasteirinhas são um dos modelos mais adequados” (Atah, eu posso morrer de cafonisse, mas não uso saia longa, muito menos rasteiras num frio desses)
Parte superior: Vamos metralhar as pessoas que gostam de um decote, dizendo que se apostou para esse inverno, coisas bem antigas (Desculpem a expressão)  assumiram- se formas longilíneas, deixando aparentemente nenhuma das curvas da mulher brasileira. (risos) [Adorei a moda desse inverno, não vou ver funkeiras por ai/ Nada contra (mentira tudo, tudo contra, mulheres que mostram o corpo como principal atrativo)]
Cor: Monocromáticas de cores vibrantes, nude, tons terrosos camelo, coral, e vermelhos, isso tudo em tecidos, de modelagem ampla (Aláhhh as gordinhas!)

*Sapatos
Lace up boots: Botas com cadarços e saltos altos.
Cotunos: Esses de cano baixo estão super na moda.
Sapatos oxford: Com salto/ sem salto ( é aquele com uma pegada masculina, diga-se de passagem ridículo)
As botas estão mais na moda em tons terrosos.

Fim
Pensando bem, acho que não volto a falar disso tão cedo, desculpem se deixei a desejar alguma coisa...




Fotos.



Shorts de Couro.

Bota com Cadarço.


Oxford.

Trança espinha de peixe.

Roupas, Longilíneas, e saias cumpridas. 

Boots.
Botas.



Vendo de costas ;D




Hoje você passou por mim, nem me notou, pensei em gritar, mas agora tudo que eu tento dizer sai em silêncio. Eu fiquei olhando vendo você ficar pequeno, pequeno e insignificante, por alguns minutos nossa história pareceu tão clara. E percebi que estava indo embora do meu coração com aqueles passos largos, ou estava levando ele com você.
Eu já não me importava mais, eu pensei em fazer as malas ir embora te apagar, esquecer, mas como? Dê que jeito? Perguntas que só o tempo poderia responder, e eu rezei durante horas para que um dia chegasse após o outro rapidamente, para que eu não pudesse sentir nada. E que eu dormisse enquanto os dias VOAVAM. Porém me dei conta que caso os dias passassem eu não viveria, não aprenderia, e ainda sim não o esqueceria.
Orgulhosamente lhe apresento vestígios de um amor, que já foi incondicional e que hoje se cura de cicatrizes que o tempo tratou de fazer-me esquecer os significados, mas que quando eu olho no espelho e comparo com minha história posso relacioná-las. E é todas coniventes e perfeitamente compatíveis com tudo o que já passei.
Não sei como pode ter sido não medíocre, eu sei que eu na verdade só sinto  o que eu posso sentir.
Vendo você ir fico tão aliviada, por não te-lo mandando embora, vendo você ir fico tão aliviada por não estar aqui, e me sinto tão vazia por ter dado a ti meu maior bem. O coração.  Espero que faça bom proveito porque ele bate intensamente, só não posso dizer mais, que ele só bate por ti.
Só estou aqui no mesmo lugar te observando de costas porque esse é o único ângulo em que eu ainda posso te ver, de costas para mim. Levando meu coração na caixinha de papelão vazia de amor, e cheia de solidão.  Vendo você ir embora, te vendo de costas.

Príncipe


“Só Procurando a maneira de chamar sua atenção, só querendo encontrar o seu carinho a sua amizade, esperando você príncipe encantado no cavalo alado vir me buscar.” 
- E se ele não aparecer? 
- Eu não acredito que ele teria coragem de me deixar, ele sabe que o espero desde que respiro, e cada olhar meu é dedicado a encontrar o dEle, Ele também me ama. Só não tivemos a oportunidade de nos conhecer.
-E ai enquanto isso?
- Eu espero a felicidade, bater na minha porta de malas prontas. Com Ele embrulhado de presente para ficar.
Só espero que ele seja sim o grande amor de minha vida, e não a próxima grande decepção. Desta vez eu não permitirei erros, não vou permitir ser usada, tudo vai ser inocente, e um jogo limpo.
Ele também me ama, ele também me ama.

Salvar da morte


Fugir.

Correr, gritar, chorar, jogar as coisas para o alto, são as únicas vontades que tomam conta de mim agora. Eu não posso nada, por dentro destruída por fora, a mesma mulher invicta instruída a nunca derramar lágrimas. Pareço tão forte, e sou tão frágil, (estou tão frágil.) Não posso reconstituir nem colar os caquinhos, agora não da mais.
Morrer só por hoje.
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Hoje todos estão de paletó, as mulheres estão de vestidos, e muitos choram, não sabia que era tão importante, é eu desisti, morri, e não volto mais, essa viagem é para sempre, aquela carcaça velha estou jogando fora, renasço em um outro alguém, tocam aquela música, aquela... Happy [Leona Lews] Eu gostava tanto de cantar essa música. Agora pensando bem, eu entendo que desisti de mim, de minha vida. Entristeço-me sabendo que não consegui lutar.
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Todos vão embora e eu vou ficar aqui, não, não me deixem sozinha... Por favor, este lugar gélido e frio, nunca havia visto tantas rosas juntas. Mas não me deixem sofrer mais.
Levem-me para casa, por favor.
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Agora eu já morri, e percebo que voltei, virei mestre em ressuscitação, porque sempre morro para alguém, nunca estou visível, nunca fui significativa, mas ainda sim, estou viva.

(Que texto chechelento)

Nada mais vai voltar.

Nada será como costumava ser, nada vai ser fácil para você.

Frígida.
Segundo o dicionário: Pessoa que toma postura indiferente às situações; que não sente compaixão; fria; insensível; pessoa que não se envolve.
Inocente.
Segundo o dicionário: Que não tem culpa; Puro, sem malícia.
           
Frígida? Posso dizer que os meios explicam os fins. Inocente a garota que sorria a menina apaixonada, e agora frígida, com uma voz tão gélida, quanto à neve mais rigorosa do inverno.  A vida me tornou um monstro, só queria que pudéssemos recomeçar que eu pudesse apagar todo mal, mas não posso não me deixam. Aí então vem a pessoa desesperança, malvada, que não se comove. Porque engole as suas lagrimas todos os dias. E prende seus gemidos, e rugidos.
A dor que não demonstra mais, virou intolerância, agora uma pessoa boa constantemente que não responde em voz alta, que não grita e mal fala. De poucos sorrisos, porque deixou de ser inocente, e sabe o que a vida lhe reserva.
Alguém que vive momentos de sorrisos, esperando por uma facada, esperando alguém deixar a mascará cair, como dói. Espera que tudo se resolva, e é tão ruim saber que nada mais será como antes, nada mais vai voltar. 

-Oie ¬¬*






- Oi, tudo bem?
- Tudo Bem...
...Fora o tédio que me consome,
todas as 24 horas do dia,
fora a decepção de ontem a decepção de hoje,
e a desesperança crônica no amanhã,
tenho vontade de chorar,
raiva de não poder,
quero gritar até ficar rouco,
quero gritar até ficar louco,
isso sem contar com a ânsia de vômito,
reação a tal pergunta idiota
...Fora tudo isso, tudo bem. ♪♫

Uma Carta.


Primeiramente, desculpas antecipadas, afinal estou de TPM, e ainda nem comi chocolate. Então pode se dizer que além de brava estou sincera, e sentimental.

Ele Diz: “Mais mesmo assim sinto que você ainda gosta de mim e sinto que fui algo marcante para você mais ainda sinto que aproveitamos bem gostaria de aproveitar mais e mais e quero matar a saudade de você nem que seja pela ultima vez pode ser?”



(...)

Gostar? É algo tão vago, tão subentendido. Gosto de animais “racionais” também. Foi, foi sim marcante porque eu fui mais uma das ingênuas que passou por sua vida, (as vezes me pego pensando quantas outras deixou na mesma situação)que para você estava só de passagem, foi mesmo marcante é o grande Menino, um grande calhorda Fico me preocupando em nunca magoar, nunca dizer mais do que deveria, se é que realmente deveria, mas você nunca se preocupou em não me magoar, e ultimamente tenho sido alguém tão frígida e tenho me sentido tão só, e sempre que lembro de desespero lembro de você. (seria porque você me fez mal, mente, mentiu, finge e ainda sim consegue me fazer tremer na base). Marcante vai ser lembrar, o quanto me enlouquece, marcante o quanto de covardia alguém pode ter, e quanto alguém pode enganar um outro alguém.Vai ficar bem GRAVADO na memória, cada fala cada sorriso, cada detalhe, porque você valeu a pena, me ensinou mesmo que os homens não prestam (E aí vem o desespero). Acho que  desesperança crônica pode ser meu apelido, tantos relacionamentos fracassados, HSAUHS’ Mas é, e sobre a questão de aproveitarmos, você sim aproveitou bem tudo que podia eu não tenho nada para tirar de você, nem um proveito, a saudade a gente mata com um sorriso quando nos encontramos casualmente por aí, a ultima vez foi quando eu percebi que eu me tornei algo desprezível um objeto na sua mão... Acordei mesmo, e percebi que é minha sina, não achar alguém que realmente me mereça, porque eu sou tão pouco, mas sou tanto para você. Só desejo imensamente, que seja feliz, pegando uma por dia.Espero que eu te esqueça um dia, não por questões de amor, e sim por questões de magoas (não achei que eu pudesse me demonstrar tão frágil).  Só quero continuar seguindo, com a esperança de que você ache o que esta procurando... Siga em frente e não me procure nem me engane mais, pegue, use qualquer pessoa menos alguém que sente tanto quanto eu.
Beijo se cuida, Até um dia de sol.
Boa sorte na Jornada.




Resposta Ele diz; KKKKKKKK'   Você é complexa, vou deixar você seguir.




Significado de Complexa...Complexo:

adj complexo, complexa [kõ'plɛksu, kõ'plɛksɐ] que contém muitos elementos, complicado
complexo de culpa
sentimento que leva uma pessoa a acusar-se
complexo de inferioridade
sentimento de inferioridade face aos outros
complexo de superioridade
sentimento de superioridade face aos outros