Eu – Não! Eu não me arrependo de nada que eu já fiz, porque no final das contas tudo o que fiz define exatamente quem sou.
Ele – (...) Mas não há nada a seu respeito que tenha vergonha?
Eu – Sim há, mas é preciso aceitar-se, da maneira que se é, porque a vida passa por cima de quem não se aceita.
Ele – Você é sempre tão segura?
Eu –Nem sempre. Ás vezes quando durmo Sou insegura.
Ele – Defina-se em uma palavra.
Eu – Capacitada.

Botei fé agora!
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