Hoje, vieram me perguntar se eu o conhecia, por alguns instantes foi como se todo meu processador de memória tivesse dado uma ‘PANE’, após longos segundos de processamento respondi com um sussurro:
-Não, não mais.
Hoje disse aquilo que ainda consigo sentir, algo palpável, disse:
- Te amo _ Agarrada nos seus braços. Você correspondeu, mas consegui sentir que era um amor diferente. Nunca vai voltar a ser aquilo. Viemos conversando no mesmo ônibus, você e eu. Conseguimos esquecer-se de tudo, falamos até da família. Acho que faltou foi assunto. Você sorria, senti aquilo que sentia no começo. Quando eu desci do ônibus, confesso que comecei a chorar desesperadamente, mas era por dentro, era uma dor da alma, ninguém viu lagrimas, mas puderam notar quando eu chorei por “ter caído” (Foi à melhor desculpa que arranjei). Eu caí sim, mas foi de seus braços, foi de cansaço de dor. Eu consegui notar que a vida anda muito depressa, e que nada que eu fizer trará você aos meus braços um dia. Eu realmente perdi você.

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