Hoje pela manhã vi um pedaço do céu caindo em minhas mãos. Quando ficou mais tarde, senti minhas costas pesadas, meus ombros seguravam o céu. Ele não era tão azul, e nem leve como algodão, não tinha gosto de nada nem de nuvem. Senti tristeza, afinal um dia o céu que todos haviam admirado, eu carregava tão arduamente nas costas, e apesar de não parecer, o céu pesava quase duas toneladas.
Era como se minha vida tivesse um sentindo, “nascerei eu para carregar as nuvens”. Era meu intuito minha vinda a terra tinha motivo. E ele era bem maior que nascer crescer e morrer. Já estou começando a me conformar com a idéia.
O ser humano se adapta a qualquer tipo de situação, o céu já é bem mais leve que todas as minhas contradições. É engraçado, mas para quem dizia que “o céu é o limite”. Agora o limite é bem pequeno, porque eu tenho só 1m70cm, e mesmo assim o tenho que carregar. Hoje me sinto livre de qualquer meio de coerção, de medos, se eu posso ver o céu cair e não me abaixar eu posso fazer qualquer outra coisa sem medo de me machucar. Pro céu sou pouco demais, eu quero ser mais ainda.
Era como se minha vida tivesse um sentindo, “nascerei eu para carregar as nuvens”. Era meu intuito minha vinda a terra tinha motivo. E ele era bem maior que nascer crescer e morrer. Já estou começando a me conformar com a idéia.
O ser humano se adapta a qualquer tipo de situação, o céu já é bem mais leve que todas as minhas contradições. É engraçado, mas para quem dizia que “o céu é o limite”. Agora o limite é bem pequeno, porque eu tenho só 1m70cm, e mesmo assim o tenho que carregar. Hoje me sinto livre de qualquer meio de coerção, de medos, se eu posso ver o céu cair e não me abaixar eu posso fazer qualquer outra coisa sem medo de me machucar. Pro céu sou pouco demais, eu quero ser mais ainda.

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