Hoje vivo sobre a luz incandescente
Do escritório, onde eu moro
O que fazer quando a pessoa que você mais
Ama foge e leva com ela a luz do sol
A luz da lua?
Hoje sobrevivo nessa escuridão
Aqueço-me lembrando do azul do céu e o amarelo do sol
Contento-me com isso que os outros chamam de perdão
Quando volto à realidade me assusto
Não consigo abrir os olhos
Na verdade não quero
Pois sei, que sei e você sabe...
Meu coração é preto, minhas roupas brancas
A única coisa que reluz nessas trevas onde vivo
Sobrevivo e moro
São minhas lagrimas pingando no chão
Que me lembra as cores de uma vida sem vida!
Ingrid Silva Santos.
Grande texto.
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