Aprisionada. Inerte, ela não se movia, estava ali parada esperando a morte chegar, ela apodrecia, por dentro tudo estava morto, e já não sabia se queria voltar a viver. Estava imóvel, pensava que se fizesse algum movimento seu corpo não agüentaria, e sucumbiria e desfaleceria, Por isso, ficou ali deitada, sem expressão, lagrimas? Não caiam é como se estivesse morta, respirava? Não mais, por mais que seu exterior lutasse para que ela continuasse viva, seu interior já estava morto, e podre. A morte a confortaria de uma forma ou de outra. Dor? Isso era a única coisa que ainda fazia sentir-se ali. Agarrava-se a essa sensação, esperando que aquilo ainda sim fosse um semblante, de vida. Agora esqueça, apenas esqueça, e esse seria o seu fim!
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