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Criminosa.




Desculpa, mas não existe imunidade cometer erros é da natureza humana,
você escolhe:
Quando...
Onde...
E como...
Sei que arrisco, mas vou pagar o preço, jogar tudo nas mãos da sorte, se não der dei azar. O sucesso ou não da trama esta em minhas mãos. Eu escrevo minha história, e ela tem loucuras, vou morrer amanhã o mais tarda, e vou me levantar depois, virei mestre quando o assunto se trata de ressurreição.
                Não sou criminosa então porque me trata assim, com esse olhar de quem procura pelo culpado, ás vezes não dou sorte, é tudo questão do destino... Sei que sou protagonista da minha história e não uma coadjuvante... Você me guiou, agora eu tenho o caminho, e se ele acabar eu o faço com as mãos, para com esse medo, obcecada, destrutiva, corrosiva.  Assim são seus olhos.  
                Não vejo mais amor. Você me moldou com cinzel de dor, e pinceladas ácidas das suas lagrimas, Daqui para frente, o ódio alimenta, a desesperança atormenta, e a gente vive.
E eu ainda continuo com aquela sensação de culpada, você queria então conseguiu. Cuidado com o que deseja da próxima vez vai criar um monstro, e nem vai perceber.

“Aquela que no corpo inabitado vivia morre e nasce outra estranha para habitar o mundo inabitável. A história de um final feliz.“

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